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#Be_One Be_Original

One Life, One Day, One boy.

#Be_One Be_Original

One Life, One Day, One boy.

Último dia de Agosto

    E hoje é o último dia do mês de agosto, dia 31.

    Mais um mês que chega ao fim. Mas o fim do mês de agosto é sempre algo nostálgico. Pois é o fim da "boa vida". Das festas de verão, do calor, das idas à praia, de levantar tarde.

    E vem aí o mês de setembro, do regresso ao trabalho ou do ínicio da mentalização de que as aulas estão prestes a recomeçar.

    Sabemos que o que é bom não dura para sempre, mas pronto, à que ter coragem e enfrentar o que aí vem.

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The Power of Words

    O poder das palavras...

As palavras podem inspirar. E as palavras podem magoar. Escolhe as tuas com cuidado.

   

    Por vezes é tão forte quem nem temos essa noção. Verdadeira bombas quando soltas no sitio e no tempo perfeito. Carregadas de emoções, outras vezes vazias.
    É complicado controlar tudo o que dizemos.

   Muitas das vezes saem, sem nós darmos conta. E voam. Voam até os ouvidos de quem nos estiver a ouvir. E aí caiem, causando o seu efeito.

   Efeito esse que pode até nem afetar, ou queimar tudo à sua passagem.

   Escritas  ou proferidas na nossa mente ou em voz alta, todas elas querem dizer algo.

   O pior é quando queremos dizer algo e acabamos por dizer outra completamente. Como se as palavras que nós quiséssemos utilizar fugissem de nós. E aí surgem mentiras, que tanto nos podem magoar a nós próprios como aos outros, e só damos conta depois de elas nos fugirem, por aí, sem controlo algum.

   Dizemos coisas em determinados momentos. Naqueles momentos em que pensamos que é isto que queremos dizer, e dizemos. Acabamos depois por perceber que não eram essas as palavras certas.

   Palavras essas que deviam ter sido guardadas para nós próprios.

   Partilhadas, depois, não à nada a fazer, deixam de ser nossas. Passam a ser de quem as quiser utilizar. Se calhar não da mesma forma, mais do tipo uma imitação do que ouviram, mas raramente pelos mesmo motivos.

   Outras vezes dizemos palavras, sem conteúdo, ou seja, dizemos por dizer, porque temos a obrigação ou porque achamos que as devemos dizer, mas que não significam minimamente nada para nós. Acabamos por nem nos lembrar no que dissemos nos momentos seguintes, pois não nos dizem nada, apenas simples e vazias palavras, como uma bomba sem pólvora.

   Mas que podemos fazer?

   É através delas que comunicamos. Utilizamos milhares, se não mesmo milhões de palavras por dia, e apesar disso passamos grande parte da nossa vida sem as saber controlar.

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Never Give Up

    Todos temos os nossos sonhos e expectativas que se resumem a objetivos que vamos tentanto conquistar com o passar do tempo.

     Tenho objetivos, expectativas e sonhos.

     Espero conseguir realizá-los todos e principalmente aproveitar tudo ao máximo.

     A realidade é que não é assim tão fácil.

     Muitos dos nossos objetivos ficam para trás devido à falta de esforço que damos à coisas.

     Sou daquelas pessoas, que dá o seu melhor em tudo. Dou tudo o que posso e por vezes o que não posso, é defeito meu. Mas sempre fui assim.

     Nunca me meti em nada por brincadeira, para mim ou é ou não é. Não existe meio termo.

     Deposito todo o meu empenho em algo, e desistir nunca está nos meus planos.

     No entanto, acontecem pequenas situações que nos levam a desistir de conquistar algo. E aí que podemos fazer?

     Continuar a insistir pode parecer uma boa ideia. Para mim não. Quando não dá, é porque não dá mesmo.

     Sou defensor da ideia de que quando queremos mesmo muito algo, e pomos tudo o que há em nós nas mais pequenas coisas que fazemos, elas têm tudo para dar bem.

     Desistir, por vezes pode parecer a melhor ideia. Mas isso não me faz feliz.

     Gosto de fazer algo e não de ter o trabalho e depois desistir a meio, isso parece-me um tanto ou quanto impensável.

     Nunca desistir, é a frase chave.

     Pensarmos que algo já não dá mais, é pensar e desistir, e isso nunca pode acontecer com os nossos próprios sonhos, pois se não formos não, não é mais ninguém por nós.

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O Poder das Tecnologias

    Tecnologias, uma das palavras que mais marca esta nova geração...

    Todos nós estamos inseridos no mundo das comunicações rápidas. Onde uma simples mensagem está a uns pequeninos segundos do destinatário, quando antes levava dias, semanas por vezes até anos...

    Vivemos no mundo em que ter um telémovel é quase tão importante como ter dinheiro, roupa...

    Hoje, os telemóveis, tablet, computadores têm mil e uma funcionalidades. Permitem fazer tudo.

    Tudo o que existe de bom, como também para o menos bom.

    Vivemos dependentes pois passamos uma grande parte do dia agarrados a eles. É impensável sair de casa sem um telemóvel.

    O telemóvel, a verdadeira máquina...

    Funciona quase como um pc, substitui a câmara fotográfica, melhor que um posto de correio, e com tantas coisas mais, que perderíamos muito tempo a tentar enumerá-las todas, uma por uma.

    Mas a verdade é que vamos a qualquer lado, e levamos com pessoas, conhecidas e desconhecidas agarradas ao telemóvel. Será normal? Já não digo nada...

    Eu mesmo passo grande parte do dia com o telemóvel a menos de 20m de distância.

    As tecnologias - algo à qual não podemos fugir, mas que podemos e devemos evitar ficar dependente delas.

Roda Viva

    Pensamos querer algo quando não queremos. Pensamos em não querer nada, quando o que nós mais queremos é nos impossível de alcançar.

    Surpreendemo-nos facilmente, e enganamo-nos a nós próprios de um jeito tão peculiar, que acabamos por fingir que nada se passou, ou admitimos a culpa de algo que nos afetou só para não voltar a pensar nisso.

    Lutamos todos o dias contra os nossos medos, contra tudo e todos os que nos deitam a baixo. Uma vezes vencemos, outras passamos ao lado, e grande parte das vezes caímos. Sem ninguém a apoiar, sem ninguém se preocupar, só nós próprios.

    E como sempre, damos o ar de fortes para que mais ninguém nos deite a baixo, mais uma vez.

    Sinceramente, só queremos que as coisas deem certo, ou pelo menos temos essa esperança, mas no momento a seguir, é como levar um banho de água fria e cair na realidade de que tudo foi só algo inexplicável, mas que aconteceu.

    E guardamos só para nós, para mais um monte de dúvidas, que não podem ser respondidas ou por falta de informação, ou por ser melhor nem sabermos as verdadeiras respostas.

   Respostas essas que nós sabemos, mas que fingimos não saber. Ignoramos o óbvio, fugimos ao que deviamos ter enfrentado à muito tempo atrás, mas que agora só queremos distância.

   

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