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#Be_One Be_Original

One Life, One Day, One boy.

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11.Out.16

(Problemática das Crianças – Soldado) Uma Infância em Guerra

           Vivemos em pleno século XXI, o século mais “civilizado” de todos dito por uns, um século de mudança e de grandes avanços dito por outros. Mas será que é realmente assim? Será que vivemos num mundo onde todos têm a mesma igualdade de direitos e deveres?

           Eu penso que não, começando logo pelas gerações mais novas, e pela grande problemática da exploração de crianças na guerra, designadas crianças-soldado. Se já é horrível uma guerra com adultos, pior se torna quando vemos crianças envolvidas. Crianças que, a meu ver, são livres para viver a sua infância feliz a brincar aos soldadinhos, e não para serem verdadeiros bonecos de guerra.

            Em primeiro lugar, e segundo consta na carta internacional dos Direitos Humanos, da ONU, todos os seres humanos, incluindo as crianças “nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Mas não em todo o mundo.

          Um exemplo disso são as crianças com menos de 10 anos de idade, que em mais de 14 países (India, Colômbia, Filipina,…) são obrigadas, mal tratadas e persuadidas a ser treinadas, armadas e prontas para matar, um verdadeiro exemplo do que não é ser livre.

            Em segundo lugar, qualquer criança deve brincar naqueles anos em que não tem grandes responsabilidades, a dita infância, que estas crianças-soldado não têm, tendo que enfrentar o mundo da pior maneira.

          Por exemplo na Síria, desde muito cedo é lhes incutida a grande e infeliz responsabilidade de empunhar uma arma e fazer frente àqueles que se impõem aos ideais dos seus chefes. E assim acabam por passar de bebés a adultos, nunca tendo experimentado o que é ser uma verdadeira criança.

         Podemos concluir, que ainda há muito por mudar neste século XXI. Esta situação das crianças-soldado, isoladas de um mundo livre e feliz, é uma de entre muitas a ser resolvida, apesar de organizações como a ONU e a UNICEF tentarem ao máximo devolver-lhes a infância perdida e os seus direitos violados, mas depois todas essas vivências, o seu passado nunca será apagado.

          

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